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Posts Tagged ‘Gestão em Saúde’

Hospitais reduzem receita líquida por paciente-dia

Apesar dos investimentos necessários para atender ao novo perfil de paciente,

hospitais reduzem receita líquida por paciente-dia

 

Na medida em que a população envelhece, é essencial que o setor de saúde acompanhe essa tendência do mercado e desenvolva iniciativas que permitam oferecer tratamento adequado ao paciente. Esses mecanismos envolvem tanto o investimento em promoção e prevenção de saúde, quanto o incentivo à desospitalização, para melhor direcionar os pacientes que não precisam permanecer em ambiente hospitalar, tendo como principal alternativa a internação domiciliar.

Apesar dos investimentos necessários para que os hospitais se adaptem a nova realidade do mercado, a receita líquida por paciente-dia sofreu queda de quase 5% em 2014, passando de R$ 4.327 para R$ 4.118. Isso significa que o preço médio por paciente ficou menor de um ano para o outro.

 

Por um lado, isso se explica pela tendência de aumento da eficiência nas instituições de saúde, que têm investido cada vez mais em melhoria de processos e adoção de melhores práticas em governança.

 

Estes dados estão na 7ª edição do Observatório Anahp e foram apontados a partir do Sistema Integrado de Indicadores Hospitalares (SINHA). A publicação reúne uma completa análise dos indicadores econômico-financeiros, operacionais, de gestão de pessoas e de qualidade dos hospitais associados, bem como uma análise do sistema de saúde suplementar.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa ANAHP

 

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Gestão de Crônicos

por Fábio de Souza Abreu

 

Há dez anos, falar sobre gerenciamento preventivo de doentes representava uma tarefa complexa em qualquer círculo de conversa. Abordar este tema nos planos de saúde e nas empresas, então, seja em departamentos de RH ou em reuniões de diretoria, era muito difícil. No entanto, não só a mentalidade dos gestores mudou, como também os hábitos da população assistida em questão. Hoje, claramente podemos constatar que a prática de monitoramento de pessoas com doenças crônicas por parte das empresas e operadoras de saúde não é mais uma dúvida, e sim um fato que só tende a crescer.

Os pacientes crônicos respondem por 70% dos custos assistenciais, comprometendo a saúde financeira das operadoras. Portanto, gerenciar a saúde desses pacientes é prioridade para que diminuir o número de internações, por meio do controle da adesão à conduta médica, dos medicamentos e da mudança de hábitos de vida. Para as empresas, a gestão de crônicos evita absenteísmo e faltas ao trabalho. Para os planos de saúde, impede despesas desnecessárias, motivadas especialmente por passagens em prontos-socorros e hospitais. Porém, esta realidade poderia ser muito diferente. Um doente crônico pode levar uma vida normal, longe dos prontos-socorros e hospitais, se tiver a orientação e suporte necessário.

E a adoção do gerenciamento preventivo de doentes tem fundamento, uma vez que cerca de 40% da população brasileira – 57,4 milhões de pessoas – têm uma doença crônica, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (44,5%), 34,4 milhões de mulheres para 23 milhões de homens (33,4%).

Muitas doenças, crônicas ou não, estão relacionadas diretamente com o ambiente de trabalho. Outras poderiam ser evitadas com a simples adoção de novos hábitos de vida, tais como mudar a alimentação passando a ingerir mais frutas e verduras, deixar de fumar e ingerir bebidas alcoólicas, além de evitar o sedentarismo com a prática de atividades físicas. Tanto os planos de saúde como os empregadores sabem muito bem que a manutenção de hábitos ruins aumenta consideravelmente a chance de desenvolver uma doença crônica. Hoje, também sabem que o suporte individualizado de um profissional da saúde, que realmente conheça nosso histórico de saúde, faz toda a diferença no processo de mudança.

Implementar esse suporte especializado significa ter acesso a processos, metodologias, ferramentas e, principalmente, tecnologias que solucionem os desafios das organizações diante do atual cenário de saúde. Falamos de uma parcela substancial da população economicamente ativa, que, aliada à tendência de envelhecimento populacional, contribui para a explosão dos gastos da Previdência Social, com cifras acima de R$ 16 bilhões.

O custo para empresas fica em torno de R$ 41 bilhões no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 48 milhões de pessoas têm cobertura de um plano de saúde suplementar privado no Brasil. Deste total, 63% (cerca de 30 milhões), são atendidos por planos coletivos empresariais, que compõem o pacote de benefícios oferecidos aos colaboradores, tornando as empresas as maiores pagadoras do sistema privado.

Tal quadro fez com que o peso da saúde sobre a folha de pagamento das empresas saltasse, em 20 anos, de 4% para 8%, chegando em alguns momentos a 12%. As empresas já se deram conta de que é preciso também olhar para dentro, observar a saúde de seus colaboradores. Grandes corporações brasileiras, entre elas Ambev, Citibank, Santander, Vivo e Whirpool, além de operadoras como Unimed, investem no gerenciamento preventivo de doentes como parte essencial da estratégia de negócios.

Ações de promoção e suporte não se limitam ao incentivo à participação em corridas ou à mobilização do time de recursos humanos. Por meio de consultoria e de um projeto estruturado  desenvolvido por uma empresa especializada, em sinergia com as áreas de gestão do plano de saúde, ou mesmo diretamente pela área responsável pela gestão de saúde das empresas contratantes, hoje é possível fazer o gerenciamento de pacientes de forma efetiva e com resultados mensuráveis. O programa é customizado ao grau de complexidade dos participantes e pode ser aplicado, inclusive, na população mais saudável. Caso contrário, parte das pessoas que compõem essa população se tornarão novos doentes crônicos, passando a fazer parte das estatísticas que contribuem para reduzir a produtividade e aumentar ainda mais o custo da assistência à saúde no Brasil.

* Fábio de Souza Abreu é diretor executivo da AxisMed, empresa especializada em gestão de saúde populacional

 

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IBES promove Fórum: “Gestão do Corpo Clínico no Processo de Acreditação”

TEMAS ABORDADOS:

  • O Papel do Corpo Clínico no processo de Acreditação.
  • Desperdícios na gestão clínica.
  • O papel do corpo clínico no registro seguro.
  • Gestão do tempo e o impacto nos resultados assistenciais.
  • Comissões Médicas obrigatórias na melhoria na qualidade e segurança da assistência.
  • Gestão do Corpo Clínico: como eu faço.
  • Participação do Corpo Clinico no Planejamento Estratégico institucional.
  • Gerenciamento de Protocolos Assistenciais

29 de agosto de 2014, das 8:00 às 13:00 h
Hotel Quality Jardins: Alameda Campinas, 540 – São Paulo – SP
Investimento: R$ 580,00 (10% desconto acima de 3 inscrições)
Inscrições: www.ibes.med.br

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Divulgação de evento – Gestão Estratégica da Saúde Corporativa

 

 

4ª edição Gestão Estratégica da Saúde Corporativa

Quando: 05 a 07 de fevereiro de 2013

Local: Hotel Golden Tulip Paulista Plaza | São Paulo – SP

Sobre o evento: O evento contará com a participação de 24 empresas palestrantes que
apresentarão casos práticos sobre como desenvolver estratégias de prevenção e promoção da
saúde para redução de custos e aumento da produtividade e qualidade de vidas dos colaboradores.

Para mais informações: marketing@iqpc.com | 5511 3463 5600

Website: http://migre.me/b6SVu

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Gestão de custos na saúde

Veja essa interessante entrevista sobre com resolver a crise de gestão de custos na saúde:

 

 

Michael Porter and Robert S. Kaplan,   professores da Harvard Business School e autores do artigo  “How to Solve the Cost Crisis in Health Care”, publicado na Harvard Business Review.

 

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Gestão em Saúde : Entrevista com a Profa. Dra. Ana Maria Malik

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Hospitais acreditados oferecem menos riscos aos pacientes

Quando surge a necessidade do uso de um serviço hospitalar, qual o critério utilizado pelo brasileiro para escolher a instituição? Localização, confiança, rede credenciada do seguro saúde e indicação são alguns dos fatores que influenciam no momento da decisão. E a qualidade nos serviços prestados? Como o paciente pode saber se nos bastidores existem realmente procedimentos confiáveis que garantam a sua segurança?

Na maioria dos hospitais da Europa, dos Estados Unidos e do Canadá, o principal parâmetro utilizado pela população para a escolha de um serviço de saúde é a acreditação. O termo é pouco conhecido no Brasil, mas pode fazer diferença entendendo que os muitos riscos no atendimento à saúde podem ser evitados.

Acreditação é a metodologia utilizada mundialmente que certifica a qualidade no atendimento e gestão de instituições de saúde. Duas das certificações utilizadas em instituições brasileiras são a ONA (Organização Nacional de Acreditação) e aAccreditation Canada. A ONA emprega padrões de desempenho voltados aos processos de cuidados ao paciente e à gestão de serviços. A Accreditation Canadatem como foco a segurança do paciente e boas práticas no atendimento.

O fato é que, no Brasil, os usuários de serviços de saúde não sabem o que é acreditação. Este cenário deve mudar nos próximos anos, pois a maiorias das Instituições Hospitalares estão buscando ferramentas para melhorar a qualidade e segurança de sua assistência e a acreditação fornece estas ferramentas.

Alguns eventos adversos podem ser evitados se alguns procedimentos forem observados. No Brasil, 4 milhões de pessoas são internadas anualmente na rede privada e, no SUS, 11,3 milhões. 48% sofrem eventos adversos que poderiam ser evitados em ambas as redes. O CDC (The Centers for Disease Control and Prevention) calcula que dois milhões de pacientes sofram de infecção hospitalar a cada ano nos Estados Unidos.

Em um dos hospitais privados acreditados nível III ONA e elegível para a Accreditation Canadá o índice de infecção hospitalar, em uma das UTIs, passou de 7% para menos de 1% de janeiro de 2007 a outubro de 2009. Na mesma instituição, a pneumonia associada à ventilação mecânica passou de 9% para 2% no mesmo período, representando 154 dias a menos de internação no ano de 2008. Segundo Rubens J. Covello, CEO do IQG – Health Services Accreditation, empresa líder em certificação no setor da saúde na América Latina, ‘o sociedade brasileira ainda não tem formada a cultura de procurar por serviços de saúde acreditados, nossa função como Instituição Acreditadora é multiplicar este novo conceito á população, e mostrar que Instituições de Saúde que investem na qualidade de sua assistência, são de verdade mais seguras e responsáveis.

Os modelos de certificação têm um impacto direto na qualidade do serviço oferecido ao paciente e também em todas as partes envolvidas no processo, como profissionais de saúde e fontes pagadoras. Em um dos hospitais do SUS acreditados, o índice no atendimento médico fechou o ano de 2009 com 96% de satisfação dos pacientes e 92% disseram que o atendimento na recepção é muito satisfatório.

Sobre o IQG

Empresa líder no mercado de certificação e implementação de programas de gestão de qualidade e segurança do paciente do segmento saúde. Em 15 anos de atuação, o Instituto está presente em 20 Estados brasileiros e possui 75% do mercado nacional de acreditação, tendo acreditado 85% dos hospitais, 90% dos bancos de sangue e 100% dos Serviços de Oncologia e Ambulatoriais. Nos últimos 3 anos, realizou 166 certificações e 161 cursos de educação continuada com foco em gestão da qualidade e programas de segurança do paciente.

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Presidente Obama consegue vencer a batalha sobre o sistema de saúde, e institui suas mudanças

A oposição já estava equiparando a disputa à batalha de Waterloo, símbolo da queda de Napoleão Bonaparte

Com as mudanças, a maioria dos americanos vai ser obrigada a contratar um seguro de saúde. O governo, no entanto, fornecerá subsídios aos indivíduos e famílias carentes. Estas famílias e pequenas empresas serão capazes de contratar a cobertura privada através de ferramentas conjuntas entre a iniciativa privada e o estado americano,

O projeto aumenta a adesão ao Medicaid, sistema público de saúde, em quase 50% e impõe regras favoráveis ao paciente em seguradoras privadas que, entre outras coisas, são proibidas de negar a cobertura de alguém com base nas condições pré-existentes, e proibidas de cancelar a cobertura quando do surgimento de uma doença, como acontecia.

Por:

Rudy Rocha, Conexão Médica

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