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Justiça força ANVISA a corrigir prazo de cadastramento de equipamentos médicos

Uma decisão judicial tem forçado alteração do tratamento moroso da ANVISA (Agencia Nacional da Vigilância Sanitária) para o cadastramento de equipamentos médicos. A demora de até dois anos para análise de pedidos de registro destes produtos no país são enfrentadas agora com mandados de segurança concedidos pela Justiça com propósito muito específico. Por força de sentença proferida pelo Juizo da 1ª Vara do TRF 1 (Brasília), a agência reguladora tem 30 dias para apreciar e decidir sobre os pedidos de cadastro. A base para a decisão veio da argumentação estruturada pelo escritório Castilho & Scaff Manna Advogados para a LK Technology. Alinha princípios constitucionais, normas que regem o processo administrativo do governo federal e legislação de funcionamento da vigilância sanitária. Nos termos da sentença, depreende-se o direito da empresa em buscar ressarcimento de prejuízos que possam ser causados diante da atitude dos responsáveis pela coordenação e execução dos trabalhos da ANVISA.

O advogado Tiago Castilho relata que a situação da LK Technology foi determinante para encontrar um caminho jurídico que resolva o problema de centenas de empresas com negócios travados pela alegada falta de estrutura da agência reguladora. “A novidade é que, agora, a Agência deve cumprir o prazo da Lei também para produtos sujeitos a cadastro. A Justiça ampliou e estendeu o mandamento legal. Antes, as decisões só forcavam a ANVISA analisar e examinar produtos sujeitos a registro, em razão de expresso mandamento legal.”

A decisão é estratégia para os negócios da LK, empresa que atende o segmento de produtos e equipamentos médicos e outros de interesse à saúde, especialmente para a área de Medicina Estética. A empresa possui atuação no cenário mundial, comercializando produtos na Europa e nos Estados Unidos. Porém, em razão da alegada falta de estrutura da agência reguladora, os seus produtos esbarram na morosidade brasileira, não podendo ser comercializados no país enquanto inexistir manifestação favorável da Agência. “Com a decisão obtida em favor da LK, a justiça garante e possibilita que a empresa tenha seus produtos cadastrados e autorizados para comercialização no Brasil, assegurando maior competitividade, na medida em que tenta alinhar suas estratégicas em todo o mundo”.

“Ao obtermos a decisão, a Agência cumpriu o determinado pela Justiça”, relata Tiago Castilho. De acordo com ele, a medida é um alento para o mercado. “Várias outras empresas nos procuraram, diretamente ou por meio de seus advogados para compreensão da linha de trabalho, que, utilizando-se de conceitos de Direito Sanitário, conseguiu expressar que os prazos específicos estipulados pela Lei de Regência para análise deregistro são os mesmos para cadastro, ou seja, os casos de pedidos de cadastro merecem uma interpretação extensiva do Judiciário, visando fazer cumprir a Lei, a ausência da análise deste pedido por parte da Agência, configura flagrante desrespeito ao Direito das Empresas submetidas ao Regime de Vigilância Sanitária, motivando a intervenção do Poder Judiciário. Quadruplicou o nosso atendimento”.

 

Fonte.: Assessoria de Imprensa – Cleinaldo Simões

 

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Hospitais reduzem receita líquida por paciente-dia

Apesar dos investimentos necessários para atender ao novo perfil de paciente,

hospitais reduzem receita líquida por paciente-dia

 

Na medida em que a população envelhece, é essencial que o setor de saúde acompanhe essa tendência do mercado e desenvolva iniciativas que permitam oferecer tratamento adequado ao paciente. Esses mecanismos envolvem tanto o investimento em promoção e prevenção de saúde, quanto o incentivo à desospitalização, para melhor direcionar os pacientes que não precisam permanecer em ambiente hospitalar, tendo como principal alternativa a internação domiciliar.

Apesar dos investimentos necessários para que os hospitais se adaptem a nova realidade do mercado, a receita líquida por paciente-dia sofreu queda de quase 5% em 2014, passando de R$ 4.327 para R$ 4.118. Isso significa que o preço médio por paciente ficou menor de um ano para o outro.

 

Por um lado, isso se explica pela tendência de aumento da eficiência nas instituições de saúde, que têm investido cada vez mais em melhoria de processos e adoção de melhores práticas em governança.

 

Estes dados estão na 7ª edição do Observatório Anahp e foram apontados a partir do Sistema Integrado de Indicadores Hospitalares (SINHA). A publicação reúne uma completa análise dos indicadores econômico-financeiros, operacionais, de gestão de pessoas e de qualidade dos hospitais associados, bem como uma análise do sistema de saúde suplementar.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa ANAHP

 

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Gestão de Crônicos

por Fábio de Souza Abreu

 

Há dez anos, falar sobre gerenciamento preventivo de doentes representava uma tarefa complexa em qualquer círculo de conversa. Abordar este tema nos planos de saúde e nas empresas, então, seja em departamentos de RH ou em reuniões de diretoria, era muito difícil. No entanto, não só a mentalidade dos gestores mudou, como também os hábitos da população assistida em questão. Hoje, claramente podemos constatar que a prática de monitoramento de pessoas com doenças crônicas por parte das empresas e operadoras de saúde não é mais uma dúvida, e sim um fato que só tende a crescer.

Os pacientes crônicos respondem por 70% dos custos assistenciais, comprometendo a saúde financeira das operadoras. Portanto, gerenciar a saúde desses pacientes é prioridade para que diminuir o número de internações, por meio do controle da adesão à conduta médica, dos medicamentos e da mudança de hábitos de vida. Para as empresas, a gestão de crônicos evita absenteísmo e faltas ao trabalho. Para os planos de saúde, impede despesas desnecessárias, motivadas especialmente por passagens em prontos-socorros e hospitais. Porém, esta realidade poderia ser muito diferente. Um doente crônico pode levar uma vida normal, longe dos prontos-socorros e hospitais, se tiver a orientação e suporte necessário.

E a adoção do gerenciamento preventivo de doentes tem fundamento, uma vez que cerca de 40% da população brasileira – 57,4 milhões de pessoas – têm uma doença crônica, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, essas enfermidades atingem principalmente o sexo feminino (44,5%), 34,4 milhões de mulheres para 23 milhões de homens (33,4%).

Muitas doenças, crônicas ou não, estão relacionadas diretamente com o ambiente de trabalho. Outras poderiam ser evitadas com a simples adoção de novos hábitos de vida, tais como mudar a alimentação passando a ingerir mais frutas e verduras, deixar de fumar e ingerir bebidas alcoólicas, além de evitar o sedentarismo com a prática de atividades físicas. Tanto os planos de saúde como os empregadores sabem muito bem que a manutenção de hábitos ruins aumenta consideravelmente a chance de desenvolver uma doença crônica. Hoje, também sabem que o suporte individualizado de um profissional da saúde, que realmente conheça nosso histórico de saúde, faz toda a diferença no processo de mudança.

Implementar esse suporte especializado significa ter acesso a processos, metodologias, ferramentas e, principalmente, tecnologias que solucionem os desafios das organizações diante do atual cenário de saúde. Falamos de uma parcela substancial da população economicamente ativa, que, aliada à tendência de envelhecimento populacional, contribui para a explosão dos gastos da Previdência Social, com cifras acima de R$ 16 bilhões.

O custo para empresas fica em torno de R$ 41 bilhões no Brasil. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 48 milhões de pessoas têm cobertura de um plano de saúde suplementar privado no Brasil. Deste total, 63% (cerca de 30 milhões), são atendidos por planos coletivos empresariais, que compõem o pacote de benefícios oferecidos aos colaboradores, tornando as empresas as maiores pagadoras do sistema privado.

Tal quadro fez com que o peso da saúde sobre a folha de pagamento das empresas saltasse, em 20 anos, de 4% para 8%, chegando em alguns momentos a 12%. As empresas já se deram conta de que é preciso também olhar para dentro, observar a saúde de seus colaboradores. Grandes corporações brasileiras, entre elas Ambev, Citibank, Santander, Vivo e Whirpool, além de operadoras como Unimed, investem no gerenciamento preventivo de doentes como parte essencial da estratégia de negócios.

Ações de promoção e suporte não se limitam ao incentivo à participação em corridas ou à mobilização do time de recursos humanos. Por meio de consultoria e de um projeto estruturado  desenvolvido por uma empresa especializada, em sinergia com as áreas de gestão do plano de saúde, ou mesmo diretamente pela área responsável pela gestão de saúde das empresas contratantes, hoje é possível fazer o gerenciamento de pacientes de forma efetiva e com resultados mensuráveis. O programa é customizado ao grau de complexidade dos participantes e pode ser aplicado, inclusive, na população mais saudável. Caso contrário, parte das pessoas que compõem essa população se tornarão novos doentes crônicos, passando a fazer parte das estatísticas que contribuem para reduzir a produtividade e aumentar ainda mais o custo da assistência à saúde no Brasil.

* Fábio de Souza Abreu é diretor executivo da AxisMed, empresa especializada em gestão de saúde populacional

 

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Curso IBES: Notificação e Gerenciamento de Incidentes e Eventos

Curso Notificação e Gerenciamento de Incidentes e Eventos: Atualização da Norma Orientadora da ONA

 

Objetivo:

Capacitar o profissional de saúde sobre as novas recomendações da ONA relacionadas à notificação e o gerenciamento de incidentes e eventos. Orientar as instituições sobre os novos conceitos, prazos e objetivos das notificações. Explicar a sistemática de notificação no ONA Integrare. Realizar exercícios práticos.

 

Público Alvo:

Gestores, analistas da qualidade ou de riscos, médicos, enfermeiros, administradores, farmacêuticos, nutricionistas, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, biomédicos e demais profissionais da área da saúde.

Conteúdo Programático:

 

  • Gerenciamento de riscos de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde)
  • O que são Incidentes e Eventos
  • A lógica e a sistemática da notificação nas organizações de saúde
  • Classificação dos tipos de incidentes
  • Classificação do Desfecho e Características do paciente, cliente ou profissional de saúde
  • Fatores contribuintes para a ocorrência do incidente/evento
  • Detecção e Fatores atenuantes
  • Notificação de incidente e eventos à IAC e à ONA: o que mudou na Norma Orientadora
  • Ações de melhoria e ações tomadas para diminuir o risco
  • Por que é importante notificar.
  • PPO: Práticas Padrão Ouro – como o IBES divulga as melhores práticas de segurança do paciente

 

Palestrante

RICARDO REIS – Gerente de engenharia clinica e segurança do trabalho do grupo Santa Joana. Pós-Graduação em Administração pela FIA-USP. Gerente na ECCO Engenharia e Consultoria. Avaliador de Sistemas de Saúde, através da metodologia ONA.

Investimento

  • R$ 500,00 até 31/03/2015
  • R$ 550,00 após 01/04/2015
  • DESCONTO DE 10% PARA GRUPOS DE 3 PESSOAS

Data: 16 de abril de 2015, das 8:30 h às 17:30 h.

Local: Hotel WZ Jardins (Av Rebouças, 955 – São Paulo – SP)

 

Informações: 11 3675-5180 / cursos@ibes.med.br

Inscrições: www.ibes.med.br(Parcelamento opcional via PagSeguro, no site.)

 

 

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CREMESP proibe médicos de receberem incentivos da indústria farmacêutica

Em linha com a tendência nacional e mundial, os órgãos representativos de categorias profissionais enrijecem as normas éticas, buscando assim coibir abusos cometidos.

Motivado particularmente pelo recente escândalo da máfia das próteses, o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) publicou em 05/02/15  resolução que proíbe médicos paulistas a prescrever medicamentos, órteses, próteses e outros materiais como contrapartida de gratificações da indústria.

A resolução também determina que o médico referência em sua área de atuação, contratado na condição de consultor ou divulgador das empresas farmacêuticas ou de órteses e próteses deverá informar por escrito ao Cremesp o tempo em que atuará nessa condição e o nome da empresa em que prestará serviço.

Os médicos estão vetados de permitir a entrada na sala cirúrgica de representantes das empresas –exceto quando em função exclusivamente técnica e sem acesso ao campo cirúrgico.

O documento também responsabiliza os diretores técnicos e clínicos de hospitais caso haja má utilização das órteses e próteses.

Para o Cremesp, a relação de médicos e hospitais com a indústria de medicamentos, órteses, próteses e materiais “ultrapassou os limites éticos, bioéticos e sociais da boa prática da medicina”.

Entre as justificativas da nova resolução estão evidências científicas de que a relação entre médicos e indústria pode influenciar, de forma negativa, as prescrições de medicamentos e as decisões sobre tratamento.

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Tecnologia a serviço do atendimento

Hospital e Maternidade Dois Pinheiros agiliza administração e atendimento aos pacientes

Com sede em Sinop, em Mato Grosso, hospital integra gestão financeira, administrativa e de agendamento de consultas e exames enquanto prepara expansão para outros municípios

O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros, o mais antigo hospital privado em funcionamento no município de Sinop, em Mato Grosso, tem investido fortemente nos últimos anos na ampliação de serviços, exames de alta tecnologia e aprimoramento técnico de sua equipe. Como etapa importante do projeto, a instituição utiliza desde 2012 o ERP Dzyon para integração das áreas administrativa, financeira e de agendamento hospitalar.

“Não queríamos algo já pronto e sem personalidade”, diz o doutor Douglas Yanai, Diretor Técnico e Executivo do hospital. “Escolhemos a Dzyon pela experiência em sistemas de gestão para as áreas financeira e administrativa e porque tínhamos vontade de inovar e ter um sistema de gestão só nosso, personalizado e adequado às nossas necessidades”.

De acordo com Yanai, Médico Oftalmologista formado pela Universidade Federal do Paraná e Membro da American Academy of Ophthalmology, o Hospital e Maternidade Dois Pinheiros buscava agilidade em seus fechamentos contábeis e maior controle das informações para trabalhar de forma mais adequada com 110 colaboradores e um total interno de 5,796 mil atendimentos/mês, entre consultas, internações, cirurgias e exames, além de 1700 atendimentos no município de Nova Mutum e em outras cidades do Estado onde o hospital tem participação em exames de imagem e consultas especializadas e negocia sua expansão.

“Desde a implantação do ERP, os fechamentos contábeis estão mais rápidos e as informações são facilmente rastreáveis e controláveis”, informa o Doutor Douglas. “Outro ponto forte é que as agendas médicas foram desenvolvidas de acordo com nossas necessidades, permitindo otimização de recursos humanos e transparência no controle”.

Funcionários de seis setores diferentes utilizam o ERP em suas tarefas diárias. O sistema está ainda totalmente integrado à recém-inaugurada ala de 20 novos consultórios com 40 médicos, realizando a gestão do novo setor com um único cadastro que torna mais fácil e rápido o processo de internações, o fechamento de contas hospitalares, o atendimento médico e a entrada e manipulação de informações básicas pessoais dos pacientes. O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros também realiza a gestão de mais de 120 funcionários e colaboradores com o módulo de RH e Folha de Pagamento da Dzyon.

“Se para a Dzyon o projeto representou a incursão em uma área nova, a da gestão de empresas de saúde, para nós a parceria vem agregar ainda mais qualidade aos nossos serviços e trazer a possibilidade de auxiliar no desenvolvimento de um produto feito sob medida para a realidade do nosso hospital”, afirma Douglas Yanai.

O Hospital e Maternidade Dois Pinheiros é o primeiro cliente da Dzyon S/A na área da saúde e o trabalho, revela Francine Nonaka, CEO da Dzyon, deu origem a um novo produto, o Dzyon Gestão da Saúde, que engloba todas as funcionalidades do Dzyon ERP mais os controles particulares desse segmento, como  Agendamentos, Transferências, Check-in, Histórico das Consultas, Exames, Laudos, Convênios etc. “Novos recursos ainda serão implementados, utilizando as melhores tecnologias disponíveis, sempre com o intuito de oferecer uma ótima gestão do negócio e excelência no atendimento ao paciente”.

 

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CURSO IBES: “Gerenciamento de Riscos em Saúde e Implantação do Núcleo de Segurança do Paciente”

DATA: 25 e 26 de novembro de 2014
LOCAL: Hotel WZ Jardins: Av Rebouças, 955, São Paulo – SP
OBJETIVOS: Capacitar tecnicamente os profissionais de saúde nos seguintes assuntos:
• Classificação Internacional de Segurança do Paciente – OMS
• Núcleo de Segurança – Programa Nacional de Segurança do Paciente – ANVISA
• Gerenciamento de Risco Anestésico e Cirúrgico
• NBR ISO 31.000: conceitos
• Gerenciamento de Riscos de UPP e Queda
• Gerenciamento de Riscos: Alergia à Látex, Suicídio
• FMEA e HFMEA: conceitos e exercícios práticos
• Gerenciamento de Riscos no Uso de Medicamentos
PÚBLICO: Enfermeiros, Médicos, Gestores da Qualidade, Farmacêuticos, Administradores, Nutricionistas, Biomédicos, Fisioterapeutas, Fonoaudiólogos e demais profissionais de saúde.
VALOR: R$ 1.100,00 (Desconto de 10%: 3 pessoas ou pagamento até 31/10/14).
INSCRIÇÔES: www.ibes.med.br

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V Fórum da Saúde da Mulher, com apoio SBPO

Durante a Jornada Paulista de Mastologia, ocorre a realização do V Fórum da Saúde da Mulher. O Fórum será gratuito, aberto a todas as pessoas que se interessam pelo tema do câncer de mama: pacientes, familiares, profissionais de saúde, agentes comunitários , voluntários, estudantes e outros.
Além dos conhecimentos passados por profissionais de notório saber, os participantes receberão vários brindes (Bolsas Marimekko fornecidos pelo Inst. Avon, camisetas Vestem, kits Café 3 Corações) e ainda participarão de sorteios de livros e uma maquina de café.

 

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Curso IBES “Construção do Planejamento Estratégico em Saúde”

DATA: 17 de outubro de 2014, das 8:30 às 17:30 h.

LOCAL: São Paulo

PÚBLICO: gestores da qualidade, médicos, enfermeiros, biomédicos, administradores, fisioterapeutas, nutricionistas, engenheiros, odontologistas, fonoaudiólogos, psicólogos, farmacêuticos e demais profissionais de saúde.

OBJETIVOS: Obter informações para estruturação do Planejamento Estratégico em instituições de saúde. Conhecer ações para acompanhamento sistemático dos objetivos estratégicos e desdobramento do planejamento estratégico.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Peças estratégicas de gestão – Plano Diretor, Planejamento estratégico e Planejamento orçamentário. Estruturação do pensamento estratégico – Missão, visão e valores. Construção do Mapa Estratégico. Metodologia – GPD x BSC x ETC. O desdobramento das estratégias. Responsabilização, Convencimento, Envolvimento x Comprometimento. Processo de comunicação e o risco do “telefone sem fio”. Diferenças entre gerir projetos e processos. Processo de acompanhamento. Revisão do planejamento. Inovação – A falsa sensação de segurança ao fazer mais do mesmo, ainda que de forma mais competente. Dinâmicas para aprendizado.

 

PALESTRANTE: Christian Hart Ferreira (Administrador de empresas, MBA em Gestão Hospitalar e de Sistemas de Saúde, Avaliador líder em processos de certificação nacional e internacional. Atuou como Supervisor de Suprimentos, Assessor da Qualidade e Diretor Administrativo de Hospital de grande porte. Atualmente é Empreendedor e Consultor em Saúde).

 

 

INSCRIÇÕES: Realizar inscrição via www.ibes.med.br. Pagar via site (PagSeguro) ou enviar comprovante de depósito (Bradesco, Ag.  0422-7, c/c  124.616-0, CNPJ:  17.252.491/0001-60, favorecido: IBES – Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde– ME) para admin@ibes.med.br. Confirmar a inscrição (Imprescindível!)

 

INVESTIMENTO: R$ 785,00 (03 pessoas: desconto de 10% ou desconto de 5% para pagamento até 25-09-2014). Parcelamento opcional via PagSeguro, no site.

 

INFORMAÇÕES: Tel: (11) 3675-5180

Site: www.ibes.med.br, Facebook:  https://www.facebook.com/ibesaude

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IBES promove Fórum: “Gestão do Corpo Clínico no Processo de Acreditação”

TEMAS ABORDADOS:

  • O Papel do Corpo Clínico no processo de Acreditação.
  • Desperdícios na gestão clínica.
  • O papel do corpo clínico no registro seguro.
  • Gestão do tempo e o impacto nos resultados assistenciais.
  • Comissões Médicas obrigatórias na melhoria na qualidade e segurança da assistência.
  • Gestão do Corpo Clínico: como eu faço.
  • Participação do Corpo Clinico no Planejamento Estratégico institucional.
  • Gerenciamento de Protocolos Assistenciais

29 de agosto de 2014, das 8:00 às 13:00 h
Hotel Quality Jardins: Alameda Campinas, 540 – São Paulo – SP
Investimento: R$ 580,00 (10% desconto acima de 3 inscrições)
Inscrições: www.ibes.med.br

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Cursos